Senador destacou abandono da gestão PT e defesa de Lula às organizações criminosas
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), visitou o bairro Vila Velha, em Fortaleza (CE), comunidade dominada pelo crime organizado e marcada por disputas entre grupos rivais como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Flávio afirmou que, caso eleito, o cenário será diferente para as facções criminosas.
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— Moradores vão voltar para suas casas, vão voltar a ter paz. Quem vai ficar preso atrás das grades é bandido, não é morador, não — disse o pré-candidato.
Acompanhado do pré-candidato ao Senado Alcides Fernandes (PL-CE) e do deputado federal André Fernandes (PL-CE), Flávio afirmou que o Estado precisa recuperar o controle dessas áreas e devolver a segurança às famílias.
O senador ouviu relatos de moradores, que contaram que mais de 80 famílias foram expulsas de suas casas por integrantes do Comando Vermelho, que passaram a controlar a área. Hoje a comunidade está abandonada.
Na visita, o pré-candidato destacou que sua luta de retomada dos territórios dominados pela violência é completamente oposta à do presidente Lula (PT), que defende que essas organizações não sejam classificadas como facções narcoterroristas.
— Esses criminosos têm que mofar na cadeia ou ser neutralizados pela polícia, para garantir que o morador possa voltar para cá e nunca mais tenha que olhar na cara de um terrorista. Esse é o medo [do morador] — afirmou.
A defesa de que facções como o CV e o PCC sejam tratadas como organizações narcoterroristas integra o plano Brasil Sem Medo, lançado em junho por Flávio Bolsonaro com 12 ações emergenciais para conter o avanço do crime organizado, fortalecer as polícias e devolver o controle dos territórios ao Estado.
PROJETO SOBRE CRIMES CONTRA PCD AVANÇA NO SENADO
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal aprovou um projeto de lei de autoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que endurece as penas para crimes praticados contra pessoas com deficiência — Projeto de Lei nº 4.598/2025.
A proposta prevê o aumento de pena de dois terços até o dobro para o crime de lesão corporal dolosa quando a vítima for uma pessoa com deficiência ou possuir doença que cause condição limitante ou vulnerabilidade física ou mental.
O projeto também mantém a regra específica para casos de agressão em instituições de ensino. Nesses casos, o aumento de pena de dois terços ao dobro continua sendo aplicado quando a lesão corporal dolosa ocorrer nas dependências da instituição e o autor do crime tiver relação de autoridade, cuidado ou convivência com a vítima, como professor, funcionário ou outro responsável.
Após a aprovação na Comissão de Direitos Humanos, a proposta segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se aprovada nas etapas seguintes da tramitação legislativa, poderá ser encaminhada para votação e, posteriormente, sanção presidencial.
Assista ao vídeo da visita ao bairro Vila Velha, em Fortaleza (CE):
Pleno News
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