Funkeiro tem histórico de polêmicas na carreira
O funkeiro Misael Rangel da Silva e Souza, o MC Misa, ganhou destaque nos últimos dias após denunciar a influenciadora Deolane Bezerra por articular um suposto atentado contra o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo ele, o plano envolveria o PCC e membros da esquerda.
Em nota divulgada nesta sexta-feira (29), a Secretaria de Polícia do Senado Federal (SPOL) informou que abriu uma apuração após o caso repercutir na internet e registrou um boletim de ocorrência para verificar a veracidade das denúncias.
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MC Misa ganhou destaque no funk em 2016 pela produtora KondZilla, uma das maiores do gênero e maior canal de música do YouTube na América Latina. Apesar do sucesso, o funkeiro se envolveu em muitas polêmicas.
Em 2024, Misael foi processado por difamação pela própria Deolane após acusá-la de mandar matar MC Kevin. A polícia arquivou o caso de Kevin em 2022, concluindo que a morte foi acidental. O ex-namorado da advogada morreu após cair da varanda do 5º andar de um hotel na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, em 16 de maio de 2021.
Em 2021, o músico foi denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina após uma série de ataques contra um influenciador digital em Balneário Camboriú. As acusações incluíam o envio de áudios com som de macaco, montagens com gorila e ameaças de morte. A defesa do MC alegou que as provas não teriam ligação com ele.
Em agosto de 2023, MC Misa chamou a polícia em Ribeirão Preto e denunciou dois Guardas Civis Municipais (GCMs) por extorsão, alegando que eles o estariam coagindo a pagar uma suposta dívida de R$ 30 mil. A Justiça absolveu os agentes após a extorsão não ser comprovada. A Polícia Civil passou a investigar o funkeiro por falsa comunicação de crime e suspeita de aplicar golpes.
Pleno News
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