Presidente em exercício participou de celebração em Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida e ressaltou meta de 3 milhões de contratos até o fim de 2026.
Foto: Cadu Gomes/ VPR
O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que a Campanha da Fraternidade deste ano, dedicada ao tema da moradia, reforça a relevância de políticas públicas voltadas à redução do déficit habitacional, como o Minha Casa, Minha Vida.
Alckmin participou, neste domingo (22), da missa de lançamento da campanha, realizada no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP).
Segundo ele, o acesso à casa própria representa a realização de um dos maiores sonhos das famílias brasileiras. “É uma campanha muito importante, porque o sonho da família é ter um teto, sair do aluguel e conquistar a casa própria”, afirmou.
Meta de 3 milhões de contratos
O presidente em exercício destacou que o Minha Casa, Minha Vida superou, em janeiro, a meta inicialmente traçada para 2023, com mais de um ano de antecedência. Entre 2023 e 2025, foram contratadas 2,11 milhões de unidades habitacionais, com investimento de R$ 317,78 bilhões.
A expectativa, segundo Alckmin, é alcançar 3 milhões de contratos assinados até o fim de 2026.
Além do impacto social, ele ressaltou os efeitos econômicos do programa. “Isso gera emprego. É construção civil, é emprego na veia e realiza o sonho da casa própria das famílias”, disse.
Comércio exterior e tarifas dos EUA
Durante a agenda, Alckmin também comentou a decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar tarifas globais de 15% sobre produtos estrangeiros. Para ele, como a medida foi aplicada de forma uniforme, o Brasil não perdeu competitividade.
O presidente em exercício destacou que alguns setores estratégicos tiveram tarifas zeradas, como combustíveis, carne, café, celulose, suco de laranja e aeronaves — ponto considerado relevante para a indústria aeronáutica brasileira.
Segundo Alckmin, mesmo com o chamado “tarifaço”, o Brasil registrou recorde de exportações no último ano, alcançando US$ 348,7 bilhões, resultado atribuído à diversificação de mercados e à ampliação de acordos comerciais.
Ele citou avanços do Mercosul em negociações com Singapura, países da Efta e a União Europeia, além da importância da agenda internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para fortalecer parcerias estratégicas.
Para Alckmin, ampliar mercados é fundamental para a indústria nacional. “As indústrias, se não exportarem, não sobrevivem. Exportação significa emprego e renda aqui dentro”, concluiu.
Por Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República - 50
da redação FM
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