Comitiva de Lula a Nova York torra R$3,2 milhões em hotéis de alto luxo por apenas 48 horas

Comitiva de Lula a Nova York torra R$3,2 milhões em hotéis de alto luxo por apenas 48 horas

 Coluna CH / 23 de setembro


A comitiva foi mantida em separado, no Hotel Park Lne (esq.), mas Lula escolheu o Grand Hotel Hyatt, altíssimo luxo.


Lula (PT) nunca desaponta aqueles que apostaram que o presidente manteria o padrão de gastança do nosso dinheiro na rápida passagem por Nova York (EUA) para alugar ouvidos na Assembleia Geral da ONU. O petista ficou menos de 48 horas em solo norte-americano, mas a fatura somente em hospedagem já ultrapassa os R$3,2 milhões. A sempre numerosa comitiva de aspones, que rendeu até reportagens na imprensa internacional, continua constrangendo os diplomatas brasileiros.

Pode esbanjar

Com o exército de aspones, a comitiva se dividiu em duas. Todos se refestelaram em dois dos mais exclusivos hotéis de Nova York, claro.

Como magnata

Lula se isolou no Grand Hyatt New York, altíssimo padrão, conta paga por antecipação: R$2.217.655,99 por dois pernoites.

Coisa de magnata

A maior parte da comitiva aboletou-se no Hotel Park Lane e a farra custou ao pagador de impostos R$1.014.867,56, afora os “extras”.

Mania de grandeza

O staff de Lula ainda incomodou a cidade alugando cavaletes para bloquear o trânsito na porta do hotel: foram mais R$8,7 mil gastos.

Presidente Lula com o presidente do Senado Davi Alcolumbre. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Margem Equatorial não rende ‘dividendos’ esperados

O clima entre aliados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), é de frustração ao analisar o desenrolar da campanha eleitoral no Amapá. Havia expectativa de que o anúncio da exploração da Margem Equatorial impulsionasse candidatos apoiados pelo senador, o que as pesquisas não indicam acontecer. Candidata ao Senado, Rayssa Furlan (Podemos), esposa de Dr. Furlan, adversário político de Alcolumbre, aparece na liderança na pesquisa Doxa (AP-03045/2026) de ontem (22).

Apelos ignorados

A desidratação de Alcolumbre, avaliam os aliados, não é recente. Há desgaste com a resistência em pautas tipo impeachment no STF.

Não é de hoje

Há ainda relatos de uma certa “ressaca” com a CPMI do INSS, que percorreu um rosário até ser instalada e teve a prorrogação negada.

Bajuladores sumiram

Apoiadores de Alcolumbre tentaram bandeiraço quando a oposição levou ato pelo impeachment de Alexandre de Moraes a Macapá. Foi um fiasco.

Mendonça devastador

Profundamente religioso, o ministro do STF André Mendonça acabou por demonstrar que nem sempre se deve oferecer a outra face. Em reação devastadora a Alexandre de Moraes, que o denunciou com base em “relatórios” em que consta a advertência de que não têm valor probatório.

Ilegalidade inútil

Mendonça destacou que os tais relatórios “foram pedidos ilegalmente e são inúteis” para instruir acusações de Moraes (“abuso de poder” e “improbidade”), em ato que ele define como “leviano e irresponsável”.

Agora quer ver

Não ficou por aí. O ministro que pagou preço elevado por não impedir a Polícia Federal de fazer o seu trabalho, pediu acesso ao HD com as conversas de Vorcaro com Moraes ao qual jamais teve acesso.

Blitz

Foi no Rio de Janeiro: candidato a deputado federal teve um quadro apreendido pelo TRE. A ação foi publicada nas redes sociais de Flávio Bolsonaro. Motivo? O item tem a imagem de Jair Bolsonaro estampada.

Máquina de lorotas

Ronaldo Caiado (PSD) não aguentou as lorotas de Lula na ONU sobre combate à corrupção. “Só faltou explicar por que até hoje ninguém pagou pelo escândalo dos aposentados. E o Lulinha? E o Jaques Wagner?”.

Reforço paulista

Cleitinho (Rep) vai ganhar reforço na disputa pelo governo de Minas Gerais. O governador Tarcísio de Freitas, correligionário e candidato à reeleição em São Paulo, vai gravar material para campanha do senador.

Emergência providencial

A dias da eleição, o governo Lula descobriu uma “urgência” de R$64,3 milhões para ações em comunidades indígenas. A grana saiu por crédito extraordinário, reservada para gastos urgentes e imprevisíveis.

Reincidente

Já são 15 as vezes em que Flávio Bolsonaro (PL) bate à porta do TSE para cobrar ação contra Lula, que ele acusa de abusar da estrutura do governo para uso eleitoral. Sem surpresa, raramente rende punição.

Pergunta na ONU

É mais caro manter Lula lá fora ou segurar aqui dentro?


Cláudio Humberto

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