Mulher é detida pela Polícia Militar após atirar pedras em portão e ameaçar cortar garganta de moradores em RO

Mulher é detida pela Polícia Militar após atirar pedras em portão e ameaçar cortar garganta de moradores em RO

 Ação ocorreu na Rua João Goulart na quinta-feira após suspeita protagonizar série de confusões e ofensas que exigiram intervenção policial no município.

                             ilustrativa


Uma tarde de forte tensão mobilizou equipes da Polícia Militar na quinta-feira, 27 de agosto de 2026, após uma mulher ser acusada de causar tumulto, atirar pedras contra o portão de uma residência, proferir xingamentos e realizar ameaças graves na Rua João Goulart, localizada em Ji-Paraná, em Rondônia.

 

De acordo com os relatos repassados às autoridades, a suspeita iniciou a discussão no local e, durante os desentendimentos, ameaçou retornar à residência para cortar a garganta das pessoas que se encontravam ali. Outros moradores da região também relataram ter sido alvos de ofensas verbais e intimidações semelhantes ao longo do dia.

Com a chegada da viatura policial ao endereço, os agentes realizaram buscas nas imediações e localizaram a mulher nas dependências de um bar próximo. Ela foi prontamente abordada pela equipe e conduzida até a UNISP (Unidade Integrada de Segurança Pública) para a adoção das providências cabíveis.

O caso foi oficialmente registrado pelas autoridades policiais sob as tipificações de ameaça, injúria e dano ao patrimônio. As vítimas manifestaram expresso interesse em representar criminalmente contra a autora. Conforme informações levantadas no local, a mulher já havia protagonizado outra situação de conflito durante a manhã, o que elevou o nível de preocupação dos moradores e tornou indispensável a ação rápida da polícia para evitar desdobramentos violentos.

 

Com informações de Rondoniatual

Francisco Rodrigo

Francisco Rodrigo

Jornalista formado em Comunicação Social/Jornalismo, atua no News Rondônia desde 2017. Atualmente, é chefe de redação e produz conteúdos em diferentes editorias.


Por: Francisco Rodrigo


da redação FM

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