Martinelli se coloca à disposição de Ancelotti na Seleção

Martinelli se coloca à disposição de Ancelotti na Seleção

 Atacante admite preferência pela esquerda, mas reforça versatilidade para substituir Raphinha e foca na liderança do grupo para evitar deslocamentos.

                  © Nelson Terme/CBF/Direitos Reservados


O atacante Gabriel Martinelli garantiu estar preparado para atuar em qualquer função ofensiva caso o técnico Carlo Ancelotti precise de mudanças na escalação da Seleção Brasileira. O Brasil encara a Escócia nesta quarta-feira (24), às 19h, em Miami, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. A possível alteração no time titular ocorre após a lesão de Raphinha, que sofreu um problema no músculo posterior da coxa direita durante a partida contra o Haiti.

Versatilidade no ataque

Embora prefira atuar pela ponta esquerda, Martinelli afirmou que não terá problemas caso seja deslocado para a direita, posição que já ocupou durante sua passagem pelo Arsenal e em amistosos sob o comando de Ancelotti. “Se o mister pedir, eu faço. Estamos todos dando o melhor para estarmos preparados”, afirmou o atleta em entrevista coletiva nesta segunda-feira (22). Além dele, Rayan e Luiz Henrique aparecem como opções naturais para o setor.

Foco na logística e no adversário

Para o jogador, o confronto contra os escoceses que contam com diversos atletas que atuam no futebol inglês exige atenção redobrada. Martinelli ressaltou a qualidade técnica de rivais como McGinn e Robertson, mas enfatizou que o objetivo do Brasil é vencer para garantir a liderança do Grupo C. A meta é estratégica: terminar na primeira colocação permite que a delegação mantenha Nova Jersey como base fixa para a sequência do torneio. Em caso de segundo lugar, a equipe precisaria se deslocar para Monterrey, no México, para as oitavas de final.

Retorno de Neymar

O atacante também comentou sobre a recuperação de Neymar, que voltou aos treinos após tratar uma lesão na panturrilha. Martinelli destacou a dedicação do grupo em apoiar as principais referências técnicas da equipe. “A gente correria 20, 30% a mais para potencializar o Ney ou o Vini Júnior. Estamos todos nos doando bastante porque sabemos da nossa capacidade e queremos ganhar a Copa”, declarou. O camisa 22 reforçou que o nível de intensidade apresentado por Neymar nos treinamentos tem sido um estímulo positivo para todo o elenco brasileiro.

Por Lincoln Chaves - Repórter da EBC - 20

da redação FM

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