A comissão técnica acompanhou os jogos que definiram o segundo colocado do grupo F, adversário do primeiro mata-mata da Seleção. Na luta pela vaga dos 16 avos estará o Japão, o selecionado menos perigoso. O Brasil escapou da Holanda e da Suécia
O adversário ideal para o primeiro mata-mata da Seleção, nesta Copa do Mundo.
Com a vitória da Holanda por 3 a 1 sobre a Tunísia e o empate em 1 a 1 entre japoneses e suecos, nas partidas disputas ontem, a segunda colocada do grupo R e adversária do primeiro lugar do C, o Brasil, será o Japão.
Só quatro titulares naquela derrota formam o time principal que disputa a Copa aqui nos Estados Unidos.
O treinador italiano estava na curta fase de testes que teve antes do Mundial.
Só quatro titulares naquela derrota formam o time principal que disputa a Copa aqui nos Estados Unidos.
O Japão, que veio e conseguiu dois empates importantes contra a Holanda e diante da Suécia, além de ter vencido a Tunísia por 4 a 0, é uma equipe competitiva.
Tem na força coletiva sua maior arma a força coletiva.
Takefusa Kubo, meia que está no Real Sociedad há quatro temporadas, é seu principal jogador. Habilidoso, inteligente e articulador dos contragolpes. Contundido, não jogou contra a Suécia, foi poupado para o mata-mata.
Precisa de atenção, principalmente de Casemiro, por sua técnica e velocidade. Se conseguir se recuperar.
O treinador Hajime Moriyasu, que comanda o time desde 2018, acredita em uma formação tática definida.
3-4-2-1.
A grande falha do time, que o torna ideal para o Brasil, está na recomposição sem a bola. Na Copa, os adversários tiveram muitas chances, por conta da marcação falha.
A velocidade e habilidade de Vinícius Júnior têm tudo para serem fundamentais na segunda-feira.
Assim como a marcação forte dos atacantes na saída de bola. Os zagueiros japoneses não são habilidosos, muito pelo contrário.
Além disso, há o lado emocional. Pressionados, os japoneses não têm demonstrado maturidade, equilíbrio.
O Brasil terá um adversário que pode ser batido sem tanta dramaticidade.
Há grande disparidade entre os times.
O técnico Hajime teve dois momentos depois da classificação do seu time, após o empate com a Suécia.
Primeiro elogiou muito Ancelotti.
“Admiro muito o Ancelotti como treinador. Ele foi muito bem na Champions League, em cinco títulos. É um maravilhoso treinador.
“Acho que nunca serei como ele.”
Mas, em seguida, tinha de passar uma mensagem de otimismo ao Japão.
“Os últimos amistosos mostraram que o Japão não é mais aquele adversário fácil para o Brasil.
“Acredito que as chances de classificação para as oitavas de final são de 50% a 50%.”
Ele sabe que não é bem assim...
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