O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta segunda-feira (4) o mascote “Pilili” em comemoração aos 30 anos da urna eletrônica. O evento contou com a presença de estudantes que participaram de palestras, testaram o voto e visitaram o museu. O encontro teve como foco principal o combate à desinformação e a ampliação do entendimento sobre o processo eleitoral.
A ministra Cármen Lúcia, presidente da Corte Eleitoral, destacou a trajetória do sistema e a importância da participação feminina na democracia nacional.
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— O Brasil pensou uma forma, portanto, algo que foi feito por nós, para nós, para as nossas necessidades, que é a urna eletrônica. O voto é computado, não tem a mão de outra pessoa, não tem a visão de outra pessoa. É você, exclusivamente, com a sua escolha, com quem você acha que lhe representa — declarou a magistrada.
Desde 1996, o Brasil substituiu as cédulas de papel por um sistema informatizado que atende 156 milhões de eleitores. A tecnologia brasileira, que garante rapidez nos resultados, já é adotada por ao menos 34 países diferentes.
A Justiça Eleitoral afirma que as urnas são seguras e passam por testes de segurança pública para constante aperfeiçoamento. O sistema permite auditorias e verificações de integridade para garantir que o voto chegue ao candidato escolhido.
Mecanismos como a emissão da zerésima, o Boletim de Urna e o Registro Digital do Voto buscam trazer transparência ao processo eleitoral. Todos os documentos emitidos pelo equipamento podem ser fiscalizados por representantes dos partidos políticos e são divulgados ao final, em áreas de fácil acesso aos eleitores nas zonas eleitorais.
Pleno News
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