Ex-governador de Minas também disse que pedido para inclusão de seu nome no inquérito das fake news é um "atentado à democracia"
Nesta quarta-feira (22), o ex-governador de Minas Gerais (MG), Romeu Zema (Novo), voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e disse que a Corte “está podre”. A fala ocorreu após pedido do ministro Gilmar Mendes para que Zema fosse investigado no inquérito das fake news.
A polêmica teve início quando Zema publicou um vídeo mostrando um fantoche do ministro Dias Toffoli pedindo ao de Gilmar que suspendesse a quebra de seus sigilos que havia sido ordenada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. O boneco do decano acata a solicitação e, em troca, pede uma “cortesia” no resort Tayayá, do qual Toffoli era sócio.
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Em conversa com jornalistas, o ex-governador de Minas apontou que está sendo censurado.
– Não pode mais fazer caricatura. Não pode ser mais irônico. Daqui a pouco vocês estão todos calados e censurados. Estou sendo tolhido da minha liberdade de expressão – afirmou.
Zema também chamou a medida de “atentado à democracia”.
Pleno News
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