Mundo - VÍDEO: Maior ponte do Irã é destruída em ataques aéreos dos EUA e Trump alerta para mais destruição

Mundo - VÍDEO: Maior ponte do Irã é destruída em ataques aéreos dos EUA e Trump alerta para mais destruição

 





O presidente Donald Trump fez um alerta direto ao Irã ao publicar nas redes sociais imagens do bombardeio e do colapso de uma ponte em construção, que ele descreveu como “a maior ponte do Irã”. Trump afirmou que “isso é apenas o começo” e pediu que as autoridades iranianas aceitassem um acordo para encerrar o conflito “antes que seja tarde demais”. Segundo ele, caso não aceitem negociar, “não restará nada do que ainda poderia ser um grande país”.

A mídia estatal iraniana informou que oito pessoas morreram e 95 ficaram feridas no ataque a uma rodovia que liga Teerã à cidade de Karaj. Diversos veículos confirmaram as imagens compartilhadas por Trump, mostrando o colapso de uma seção significativa da ponte B1, atingida por ataques aéreos em duas ocasiões na quinta-feira. Fotografias do local mostram uma grande brecha no vão central, além de equipamentos de construção em ambos os lados da estrutura.


Equipes internacionais de verificação confirmaram a autenticidade dos vídeos, registrando uma primeira explosão significativa e uma segunda que provocou o colapso de outra seção. Imagens de satélite tiradas em janeiro mostram a ponte ainda intacta.

Trump, por meio de seu canal Truth Social, reivindicou a responsabilidade pelo ataque e avisou que “muito mais está por vir”. Ele insistiu que é hora de o Irã negociar um acordo, reforçando que futuras ações poderiam destruir ainda mais a infraestrutura do país.

Em resposta, o Irã ameaçou atacar várias pontes no Oriente Médio, incluindo a Ponte Allenby, entre a Cisjordânia e a Jordânia, a Ponte Adam sobre o Rio Jordão, e a Ponte Rei Fahd, que liga o Bahrein à Arábia Saudita. Pontes na Jordânia e nos Emirados Árabes Unidos também foram mencionadas como possíveis alvos.

Em pronunciamento televisionado, Trump afirmou que as forças americanas destruíram parte da marinha e da força aérea iraniana e enfraqueceram significativamente os programas de mísseis balísticos e nuclear do país. Ele evitou estipular um prazo para o fim do conflito, que já dura cinco semanas desde o início da ofensiva conjunta EUA-Israel em 28 de fevereiro, mas garantiu que a operação seria concluída “muito rapidamente”.

O ataque gerou repercussões imediatas na região e nos mercados internacionais. Trump mencionou que, caso o Irã não avançasse nas negociações, os Estados Unidos poderiam atacar a infraestrutura elétrica e petrolífera do país. Ele também disse que o Estreito de Ormuz, fechado pelo Irã durante o conflito, seria reaberto assim que a guerra terminasse, e que os países dependentes do petróleo do Golfo deveriam assumir a liderança na proteção do trânsito de petróleo, com apoio americano.

Internamente, Trump enfrenta crescente desaprovação à guerra: pesquisa Reuters/Ipsos indica que 60% dos eleitores desaprovam o conflito e 66% defendem uma resolução rápida, mesmo que não sejam cumpridos todos os objetivos iniciais. Apesar da pressão, o presidente não detalhou o fim da campanha militar e reforçou que, se o Irã não negociar, as operações continuarão a se intensificar.

Autoridades americanas também mencionaram a possibilidade de confiscar o estoque de urânio enriquecido do Irã e controlar áreas estratégicas, como a costa e a ilha de Kharg, vitais para exportações de petróleo. A chegada de milhares de soldados adicionais à região do Golfo reforça a mensagem de que os Estados Unidos mantêm todas as opções militares em aberto.

Gazeta Brasil


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