Secretário da prefeitura de Itumbiara mata filhos e tira a própria vida

Secretário da prefeitura de Itumbiara mata filhos e tira a própria vida

 

         Caso ocorreu em condomínio residencial de Itumbiara e é investigado pela Polícia Civil de Goiás - Foto: Reprodução/Redes sociais (Alô Rondônia)


Os dois filhos do secretário não resistiram aos ferimentos e morreram. Tragédia ocorreu em Itumbiara, no sul de Goiás

Porto Velho, Rondônia – O secretário de Governo de Itumbiara, no sul de Goiás, Thales Machado, de 40 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (12) após, segundo informações preliminares, atirar contra os dois filhos e, em seguida, tirar a própria vida. A tragédia ocorreu no condomínio onde a família residia e é investigada pela Polícia Civil de Goiás.

As crianças foram socorridas e levadas a unidades de saúde do município, mas não resistiram aos ferimentos. O filho mais velho, de 12 anos, chegou a ser encaminhado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC). O mais novo foi levado a hospital estadual da cidade em estado grave, mas também faleceu.

Thales Machado era genro do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo.

CARTA FOI PUBLICADA HORAS ANTES

Horas antes do crime, o secretário publicou uma carta em rede social relatando dificuldades no casamento e descrevendo o que chamou de forte abalo emocional. O conteúdo foi removido após ampla repercussão.

Na mensagem, ele mencionava uma crise conjugal, afirmando que a esposa teria deixado Itumbiara para viajar a São Paulo. O texto trazia relatos de frustração, pedidos de perdão a familiares e referências religiosas. Em um dos trechos, escreveu: “Partimos eu e meus meninos que agora são anjos”.

O autor também citou o aniversário de 40 anos, classificando a data como um “dia infeliz”, e afirmou que não conseguiria conviver com as lembranças do episódio.

INVESTIGAÇÃO EM ANDAMENTO

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a dinâmica e as circunstâncias do caso. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes conclusivos sobre a motivação.

A escola onde o menino de 12 anos estudava publicou nota de pesar manifestando solidariedade aos familiares e amigos.

O episódio gerou comoção na cidade e reacendeu debates sobre saúde mental, conflitos familiares e a importância da busca por apoio psicológico em situações de crise.

As investigações seguem em andamento.

da redação FM

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