CMN amplia limite de crédito de entes públicos em R$ 3,1 bilhões

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CMN amplia limite de crédito de entes públicos em R$ 3,1 bilhões

 Conselho Monetário Nacional aumenta limite de crédito CMN para 2025, beneficiando estados, municípios e investimentos do Novo PAC com recursos remanejados.

         © José Cruz/Agência Brasil



O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou nesta quinta-feira (27) o limite de crédito CMN que estados, municípios e empreendimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) podem contratar em 2025. A decisão adiciona R$ 3,1 bilhões em capacidade de empréstimo no sistema financeiro para os governos locais.

Com a ampliação, o total de crédito que os entes públicos podem contratar em 2025 passa de R$ 21,426 bilhões, valor inicialmente estabelecido em janeiro, para R$ 24,526 bilhões.

Remanejamento de Valores e Novo PAC

O Ministério da Fazenda informou que a quantia de R$ 3,1 bilhões foi remanejada. O dinheiro vem dos Programas de Ajuste Fiscal e do Programa de Acompanhamento e Transparência Fiscal (PAF), que não seriam integralmente utilizados neste ano. Este remanejamento foi feito para não comprometer a meta fiscal dos estados e municípios.

A necessidade de ampliação se deu porque os limites originais fixados para 2025 já estavam praticamente esgotados. No caso das operações relacionadas ao Novo PAC, aproximadamente 85% do sublimite já havia sido comprometido.

Mudanças Detalhadas no Limite

A reunião do CMN resultou nas seguintes alterações nos sublimites de contratação de crédito:

O limite para contratação de operações com garantia da União para entes subnacionais subiu de R$ 9,5 bilhões para R$ 12,1 bilhões.

O sublimite para operações com garantia da União contempladas no Novo PAC passou de R$ 2,7 bilhões para R$ 2,9 bilhões.

O limite para contratação de operações de crédito sem garantia da União para entes subnacionais foi ampliado de R$ 4,3 bilhões para R$ 4,6 bilhões.

As operações com garantia da União são aquelas em que o Tesouro Nacional assume o risco de inadimplência. O Tesouro recupera esse dinheiro posteriormente, por meio da redução dos repasses obrigatórios do governo federal aos estados e aos municípios.

Por Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil - 20

da redação FM

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