As primeiras profissões de lutadores antes da fama no UFC

As primeiras profissões de lutadores antes da fama no UFC

 

          Descubra quais eram as profissões de grandes nomes do UFC antes da fama — de pedreiro a policial. /// UFC. Créditos: depositphotos.com / steho


Porto Velho, Rondônia - Antes de brilhar nos eventos do UFC, muitos lutadores tiveram que ralar em outras áreas bem diferentes do octógono. A trajetória até o sucesso no MMA costuma ser marcada por dificuldades financeiras, trabalhos pesados e escolhas corajosas para seguir o sonho de viver da luta.

Conhecer essas histórias humaniza os atletas e mostra que, por trás dos golpes e vitórias, existem pessoas que batalharam muito fora do cage. A seguir, veja quais eram as profissões de alguns nomes famosos do UFC antes de entrarem para o maior palco do MMA mundial.

Francis Ngannou foi pedreiro e trabalhou em fábricas

Antes de se tornar campeão dos pesos-pesados do UFC, Francis Ngannou viveu uma trajetória impressionante. Nascido em Camarões, ele começou a trabalhar como pedreiro ainda adolescente para ajudar a família.

Ao migrar para a França, enfrentou dificuldades extremas, chegou a viver nas ruas e trabalhou em fábricas e serviços temporários. A dureza da vida moldou sua mentalidade resiliente e ajudou a construir o espírito de superação que exibe até hoje.

Glover Teixeira foi jardineiro nos EUA

Antes de se destacar no MMA, Glover Teixeira morava nos Estados Unidos como imigrante e trabalhou como jardineiro. O brasileiro passou anos realizando serviços pesados de paisagismo e manutenção, enquanto sonhava com a carreira nas artes marciais.

Foi nessa época que ele começou a treinar mais seriamente e se destacar em competições locais. Seu caminho até o UFC foi lento e cheio de obstáculos, mas a persistência falou mais alto.

Stipe Miocic era bombeiro e paramédico

Stipe Miocic, um dos maiores pesos-pesados da história do UFC, mantém até hoje sua atuação como bombeiro e paramédico em Ohio, nos Estados Unidos. Mesmo sendo campeão do mundo, ele se manteve conectado à profissão que escolheu por vocação.

Antes da fama, ele já trabalhava nos serviços de emergência e usava seu tempo livre para treinar boxe e wrestling. A escolha por continuar atuando como socorrista mesmo no auge da carreira mostra seu comprometimento com a comunidade.

UFC. Créditos: depositphotos.com / arturdidyk@gmail.com

Rose Namajunas foi garçonete e babá

Antes de se tornar campeã do peso-palha feminino, Rose Namajunas trabalhou como garçonete e babá nos Estados Unidos. Esses empregos temporários ajudaram a sustentar seus treinos e permitiram que ela seguisse competindo no circuito amador.

O contraste entre sua postura tímida fora do cage e a agressividade nas lutas sempre chamou atenção. Suas origens humildes continuam sendo parte da identidade que carrega até hoje no UFC.

Alex Poatan trabalhou em posto de gasolina

Alex Pereira, conhecido como “Poatan”, teve uma juventude difícil no Brasil e chegou a abandonar os estudos ainda jovem. Antes de começar no kickboxing, ele trabalhou em um posto de gasolina, buscando alternativas para mudar de vida.

Foi nas lutas que encontrou seu caminho. Com dedicação e talento, passou por grandes ligas de trocação até chegar ao UFC — e conquistar o cinturão em tempo recorde.

A luta começa muito antes do octógono

As histórias desses lutadores mostram que o caminho até o UFC é feito de escolhas difíceis, trabalhos árduos e muito sacrifício. Cada um deles traz no currículo uma bagagem de vida que vai além do esporte.

Essas trajetórias inspiram não apenas quem sonha com o MMA, mas qualquer pessoa que enfrenta obstáculos em busca de um objetivo. Porque no fim, vencer é também saber resistir fora do ringue.

Fonte: O Antagonista

da redação FM
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