Quem mais marcou gol na Copa América? Veja a lista dos artilheiros

Quem mais marcou gol na Copa América? Veja a lista dos artilheiros

 

Argentino Norberto Méndez e brasileiro Zizinho estão empatados na história do torneio, com 17 gols cada


Mané Garrincha é palco da abertura da Copa América, entre Brasil e Venezuela neste domingo

Copa América está chegando. O Brasil enfrenta a Venezuela neste domingo (13), às 18h, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, em jogo que abre a disputa pelo continente. Grandes jogadores já escreveram seus nomes anotando inúmeros gols no torneio. Mas quais os maiores goleadores?

Segundo levantamento do site especializado alemão Transfermarkt, o maior goleador da competição é o argentino Norberto Méndez e o atacante brasileiro Zizinho estão empatados na história do torneio, com 17 gols cada.



Paolo Guerrero, peruano que fez história no Corinthians, autor do gol do título do Mundial Interclubes da Fifa em 2012, aparece em quinto lugar no ranking de artilheiros da Copa América.

Além de Zizinho, outros dois brasileiros estão entre os dez, Ademir Menezes e Jair Rosa Pinto, ambos com 13 gols no torneio, três grandes jogadores da história do futebol brasileiro que já nos deixaram.

Confira o ranking dos 10 maiores artilheiros da Copa América

Norberto Méndez - Argentina - 17 gols

Zizinho - Brasil - 17 gols

Severinho Varela - Uruguai - 15 gols

Teodoro Fernández - Peru - 15 gols

Paolo Guerrero - Peru - 14 gols

Héctor Scarone - Uruguai - 14 gols

Ademir Menezes - Brasil - 13 gols

José Manuel Moreno - Argentina - 13 gols

Gabriel Batistuta - Argentina - 13 gols

Jair Rosa Pinto - Brasil - 13 gols

Ex-Milan é encontrado morto com sinais de suicídio após racismo

Uma tragédia marcou o futebol italiano no último final de semana. Cria das categorias de base do Milan, o jovem etíope Seid Visin foi encontrado morto aos 20 anos, com indícios de suicídio

Em uma carta lida em seu velório, escrita pelo jovem jogador, ele dizia se sentir triste por ter que enfrentar o racismo por ser um imigrante na Itália

'Onde quer que eu vá, onde quer que esteja, sinto o peso de olhares céticos, preconceituosos, de nojo e medo das pessoas. Não sou imigrante, fui adotado como criança e lembro que todos me amavam', iniciou ele

'Em todos os lugares que eu ia, todos falavam comigo com alegria, respeito e curiosidade. Agora parece que tudo está ao contrário' disse Visin, em trecho da carta divulgada pelo jornal italiano 'Corriere dello Sport'

Apesar do suicídio supostamente ter como motivação o racismo e a xenofobia, o pai do jovem disse que a morte não tem ligação com a carta lida no velório. E que ela teria sido escrita há dois anos

R7     da redação F/M


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