Relatório da CPMI do INSS é entregue a Fux e Mendonça

Relatório da CPMI do INSS é entregue a Fux e Mendonça

 Parlamentares foram até o STF


Parlamentares foram até o STF entregar relatório Foto: Reprodução Instagram

Nesta quarta-feira (16), o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (PSD-MG), entregou aos ministros Luiz Fux e André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), o relatório final produzido pela comissão. O documento não foi aprovado no colegiado após ser rejeitado pela base governista por 19 votos contrários e 12 favoráveis. A comissão foi encerrada no dia 28 de março.

O senador esteve no Supremo acompanhado do relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), e de parlamentares da oposição. O relatório tem mais de 4 mil páginas e aponta 216 indiciamentos. Entre os nomes citados está Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Segundo Viana, o ministro André Mendonça informou que o material será anexado ao inquérito que já tramita na Corte.

– O relatório que nós entregamos será anexado aos inquéritos, passará por verificação dos agentes federais e será colocado no inquérito. O ministro André Mendonça foi claro em dizer que todas essas informações darão sequência a um trabalho que já está sendo feito – afirmou ele, garantindo que o “Brasil saberá quem roubou o dinheiro dos aposentados do país”.

O senador afirmou que as investigações devem continuar por causa da complexidade do caso e da quantidade de pessoas envolvidas.

– Teremos ainda muitas prisões, e outras dezenas de pessoas serão chamadas depois. É bem provável que as investigações ultrapassem este ano e entrem em 2027, pelo tamanho do rombo e de pessoas envolvidas. A parte política terminou, mas a parte do Judiciário será feita com muita determinação para punir os culpados – disse.

O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar, afirmou que o documento foi elaborado com base em dados da própria CPMI, do Tribunal de Contas da União, da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal.

– Apresentamos um relatório robusto, com 216 indiciados, fundamentado em dados da própria CPMI, do Tribunal de Contas da União, da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal. Não houve blindagem. O objetivo é responsabilizar todos os envolvidos, independentemente de cargo ou influência – frisou.

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