Extrativismo sustentável avança com comercialização de borracha em Unidades de Conservação

Extrativismo sustentável avança com comercialização de borracha em Unidades de Conservação

 Pesagem acompanhada pelo governo fortalece a cadeia da borracha, amplia renda de famílias seringueiras e reforça o modelo de floresta em pé em Rondônia.

         Fotos: Arquivo Sedam



extrativismo sustentável ganhou novo impulso em Rondônia com o acompanhamento governamental da primeira pesagem de borracha natural destinada à comercialização direta, envolvendo comunidades inseridas em Unidades de Conservação de Machadinho d’Oeste e Vale do Anari. A ação busca assegurar transparência, valorização do trabalho tradicional e fortalecimento da cadeia produtiva, promovendo geração de renda aliada à conservação ambiental.

O procedimento ocorreu na sede da Associação dos Seringueiros de Machadinho d’Oeste, com participação de entidades representativas dos extrativistas e acompanhamento técnico da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental. A comercialização foi viabilizada por meio de articulação institucional com organização parceira e empresa compradora, respeitando critérios legais e ambientais.

Valorização da floresta em pé

A iniciativa reforça um modelo econômico baseado no uso sustentável dos recursos naturais, reconhecendo o papel histórico das famílias seringueiras na preservação territorial. Ao integrar produção, organização comunitária e mercado, o processo amplia a segurança da comercialização e incentiva a permanência das comunidades em áreas protegidas.

Gestores ambientais avaliam que o acompanhamento técnico fortalece associações locais, amplia a rentabilidade da produção e consolida práticas que conciliam conservação e desenvolvimento. O modelo contribui para manter a floresta produtiva sem comprometer sua integridade ecológica.

Cadeia produtiva e desenvolvimento regional

O fortalecimento da cadeia da borracha representa um passo estratégico para a economia regional, gerando benefícios sociais, ambientais e econômicos. A ação demonstra a viabilidade de integrar políticas públicas, organizações comunitárias e setor produtivo em iniciativas que promovem sustentabilidade de longo prazo.

O extrativismo sustentável, nesse contexto, reafirma seu papel como instrumento de desenvolvimento territorial, preservação ambiental e valorização do conhecimento tradicional das populações que vivem da floresta.

Por Adenilson Florentino | Secom - 50

da redação FM

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