"Ele rejeita a educação sobre o Holocausto em nosso país", declarou o ex-deputado
Durante conferência internacional de combate ao antissemitismo, realizada em Israel nesta segunda-feira (26), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fez críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediu apoio à candidatura do seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à Presidência.
Na ocasião, o ex-congressista manifestou repúdio à decisão da gestão Lula de deixar a Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (Ihra), em julho de 2025.
– Não há justificativa para o Brasil, sob o governo Lula, se retirar da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. Por que ele rejeita a educação sobre o Holocausto em nosso país, com a 2ª maior população judaica da América Latina? Qualquer pessoa com bússola moral sabe a resposta – assinalou.
Em seu discurso de cerca de 5 minutos, ele também criticou o petista por não classificar como grupos terroristas organizações criminosas como CV (Comando Vermelho) e o PCC (Primeiro Comando da Capital) e afirmou que tais facções teriam relações com o Hezbollah e a Jihad Islâmica.
– Todos os serviços de inteligência sabem o que acontece nas regiões de fronteira entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai. E talvez por isso a Argentina e o Paraguai declararam cartéis sul-americanos como o CV e o PCC como grupos terroristas. E Lula não fez isso – apontou.
O ex-parlamentar frisou ainda que o “antissemitismo hoje nem sempre usa uma suástica” e pode estar escondido por trás de ONGs e até mesmo do termo “antissionista”.
Na ocasião, Eduardo fez parte de uma mesa redonda com parlamentares europeus. O pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, também está presente no evento e deve discursar nesta terça-feira (27) às 14h05 no horário local (9h05 em Brasília).
Pleno News
Postar um comentário