Coluna CH / 1º de janeiro
Parlamentares da CPMI do INSS suspeitam de ligação do escândalo do Banco Master com o roubo a 9 milhões de aposentados e pensionistas, por meio de descontos associativos não autorizados. A novidade deve provocar debates sobre a convocação de novos personagens para depor: “Lulinha”, filho de Lula (PT), realizou “prospecção de negócios” em Portugal ao lado de empresários envolvidos na compra do banco de Daniel Vorcaro junto a investidores dos mirados Árabes Unidos.
Mercado bilionário
Vorcaro e seu banco atraíram as atenções da CPMI em razão da forte participação do Master no bilionário mercado de consignados.
Muito a esconder
Os parlamentares provaram a quebra de sigilos de Vorcaro e do Master, mas o ministro Dias Toffoli proibiu o acesso da CPMI aos documentos.
Maior da História
Para o relator da CPMI, Alfredo Gaspar (União-AL), o roubo aos inativos, por meio de consignados não autorizados, pode chegar a R$90 bilhões.
Digitais ilustres
Para esses políticos desconfiados, não seria surpresa encontrar digitais do Palacio do Planalto no caso do Banco Master.

Governo Lula torra ao menos R$2 bilhões em viagens
O governo Lula (PT) contabilizou ao menos R$2,03 bilhões em despesas com viagens em 2025, e essa fatura ainda não está completa. O total não inclui os gastos do petista, da primeira-dama Janja e as outras 45 autoridades que se aproveitam, sob sigilo, do luxo dos jatinhos da Força Aérea. Até a última semana do ano, passagens aéreas do governo Lula custaram R$785,3 milhões aos pagadores de impostos, enquanto as diárias distribuídas aos funcionários são a maior despesa: R$1,24 bilhão.
Você paga tudo
O governo admite ainda R$10,3 milhões em “outros gastos”; restituições, taxas de agenciamento e serviços como seguros.
Na gringa
Viagens internacionais (passagens e diárias) custaram R$265 milhões aos pagadores de impostos em 2025. E tem muito mais por vir.
Total demora
Em 2023, o governo Lula torrou R$2,3 bilhões e bateu o recorde histórico em gastos com viagens. Em 2024, renovou o recorde (R$2,4 bilhões).
Não é piada, mas pode rir
A tática do PT para 2026, segundo orientação para a militância digital publicada pelo próprio partido esta semana, é evitar processos na Justiça pois, dizem petistas, a oposição a Lula é que promove “assédio judicial”.
Ver para crer
O guia petista para a militância digital em 2026 orienta a torcida organizada a substituir termos como “fascista”, “genocida” ou “corrupto” por eufemismos como “discurso autoritário”. Tudo para evitar processos.
Bolsa não emprega
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ) questiona o suposto pleno emprego alegado pelo governo Lula: “como explicam 53 milhões de brasileiros recebendo bolsa família. São considerados empregados?”.
Quem compara...
O contrato de quase US$1 milhão (R$5,5 milhões) da Advocacia-Geral da União com escritório na Argentina para auxiliar na extradição de condenados pelo 8 de janeiro representa, por exemplo, apenas 0,7% de um contrato de prestação de serviços advocatícios de R$129 milhões.
Seu dinheirinho
Levantamento do Diário do Poder na plataforma Meta Ads, que divulga todos os anúncios feitos no Facebook e no Instagram no Brasil, mostra que só o Ministério da Saúde torrou R$576 mil, em 90 dias, com 14 anúncios. É o quinto maior anunciante do Brasil nas duas redes sociais.
Risco só cresce
“Lula caminha para encerrar o mandato com um recorde: a maior dívida pública da história”, observa a deputada Rosângela Moro (União-PR). “Sem ajuste fiscal, o risco cresce e a confiança dos investidores some”.
Recado light
O senador Zequinha Marinho (Pode-PA) reagiu à tentativa do governo Lula de puxar o saco de evangélicos transformando o gospel em patrimônio cultural: “nossa comunidade possui princípios muito claros... que nem sempre se alinham com determinadas correntes ideológicas”.
Não é erro, é política
“A política do governo Lula torna o produtor inadimplente e o impede de ter acesso ao Plano Safra. A dívida é a armadilha do governo”, ressaltou o senador Jorge Seif (PL-SC) ao defender produtores de leite.
Pensando bem...
...o ano começava depois do Carnaval, mas agora só depois das eleições.

Cláudio Humberto
PODER, POLÍTICA E BASTIDORES
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