Um técnico da Energisa alerta a população para o risco que quem estava soltando a pipa correu, sem considerar os prejuízos econômicos com meia hora de apagão.
PORTO VELHO – Uma pipa deixou mais de 50 mil consumidores sem energia na região central de Porto Velho no fim da manhã desta segunda-feira. Fotos tiradas pelas equipes de manutenção da Energisa na subestação de Areal, onde ocorreu o problema, mostram que o objeto caiu sobre um transformador, provocando curto e o desligamento da unidade.
Brincar de soltar ou empinar pipa não tem problema, desde que seja feito em áreas abertas, longa da rede elétrica e das ruas e avenidas movimentadas, para evitar contato dos linhas das pipas com a rede e evitar acidentes, quando a linha se enrosca no pescoço de motociclistas, por exemplo. Já há registro de casos em que o motociclista teve a garganta perfurada e morreu.
A linha da pipa que caiu sobre a subestação Areal da Energisa usava linha com cerol, que é proibida por Lei.
Um técnico da Energisa alerta a população para o risco que quem estava soltando a pipa correu. Segundo técnicos com experiência no assunto, a linha com cerol é condutora de energia e, caso ela encoste na rede elétrica ou em um subestação, como ocorreu na manhã desta segunda-feira, que está segurando a pipa pode sofrer uma descarga elétrica, correndo o risco de morrer na hora.
A subestação voltou a operar 36 minutos depois, graças a atuação das equipes de manutenção no local, e o fornecimento foi restabelecido pelo Centro de Operações Integradas (COI). A distribuidora alerta para os riscos de soltar pipas em áreas urbanas e próximo da rede elétrica. Além de causar danos ao fornecimento de energia, o contato da linha de pipa com a rede elétrica representa risco de morte.
Com informações da Assessoria
Da redação F/M




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