Vitória por 2 a 0 leva os espanhóis de novo à final da Copa, depois de 16 anos. A segunda, na sua história. O segredo do jogo foi quando Luis de la Fuente ganhou as intermediárias. Rodri teve uma atuação impecável. De nada adiantaram Mbappé, Dembélé, Olise e Doué. Como na Eurocopa e na Liga das Nações, a França não conseguiu se impor contra a Espanha
São Paulo, Brasil
Olé, olé, olé, olé...
O estádio AT&T, em Dallas, nos Estados Unidos, parecia um pedaço de Barcelona, de Madrid.
O jogo coletivo da Espanha não deu a menor chance para os galácticos da França.
Em uma semifinal vencida sem risco, com controle total sobre o jogo. Rodri teve atuação soberba, dominando a intermediária.
De nada adiantou o talento incrível de Mbappé, Dembélé, Olise e Doué.
A partida foi vencida no meio-campo, no controle do jogo.
No confronto entre o talento e a estratégia, Luis de la Fuente foi muito superior a Deschamps.
E com gols de Oyazarbal e Porro, os espanhóis venceram por 2 a 0 e chegaram à segunda decisão de Copa do Mundo de sua história. Esperam pelo vencedor de Argentina e Inglaterra, que duelam amanhã.
Os mais afoitos e simplistas declararam que hoje haveria o duelo entre Mbappé e Lamine Yamal.
Mas o que decidiu esta importantíssima semifinal de Copa do Mundo foi fora de campo.
As decisões de Luis de la Fuente e de Didier Deschamps determinaram o confronto de altíssimo nível em Dallas.
Deschamps, que se despede da França neste Mundial, acreditou em amplitude, na velocidade, no talento individual dos seus jogadores, que fizeram até hoje uma campanha firme, marcante, que os transformavam em favoritos.
Abriu mão da posse de bola, buscando os contragolpes agudos, letais, puxados por Mbappé, disposto a ser melhor do mundo, Dembélé e Olisé.
Esse trio estava sendo devastador.
Cosme Rímoli - R7
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