Datafolha: governo Lula vai mal nas áreas que mais importam à população; veja ranking

Datafolha: governo Lula vai mal nas áreas que mais importam à população; veja ranking

 

As áreas de atuação em que os eleitores avaliam que o governo Lula (PT) se saiu pior são, em boa parte, também aquelas que são consideradas prioritárias pela população, de acordo com uma nova pesquisa divulgada neste domingo (17) pelo Datafolha (em parceria com a Folha de S.Paulo).

Segurança pública foi indicada como a pior frente de atuação do atual governo por 16% dos entrevistados – liderando a lista de desaprovações.

Prioridades da população para um próximo governo

Perguntados sobre quais deveriam ser as áreas prioritárias de atuação de um próximo governo (resposta única estimulada):

ÁreaPercentual
Saúde34%
Educação15%
Segurança pública12%
Economia11%
Combate à fome e à miséria7%
Combate à corrupção7%
Combate ao desemprego

Onde o governo Lula foi pior (avaliação dos entrevistados)

ÁreaPercentual
Segurança pública16%
Saúde15%
Economia13%
Combate à corrupção13%
Educação5%
Combate à fome e à miséria4%

Observação: Saúde (34% de prioridade) e segurança pública (12% de prioridade) estão entre as áreas mais cobradas e também entre as pior avaliadas.

Onde o governo Lula foi melhor

ÁreaPercentual
Combate à fome e à miséria13%
Combate ao desemprego10%
Educação10%
Saúde6%
Igualdade Racial6%

Metodologia

ItemInformação
InstitutoDatafolha
Entrevistados2.004 pessoas (16 anos ou mais)
Período12 e 13 de maio de 2026
Margem de erroNão divulgada na reportagem (padrão Datafolha: cerca de 2 pontos)

Importante: a maior parte das entrevistas foi realizada antes da divulgação dos áudios de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro (Banco Master), que veio a público em 13 de maio.


Contexto eleitoral

A pesquisa mostra um descompasso entre as prioridades da população (saúde, segurança, economia) e a avaliação do governo nessas áreas, todas com índices negativos expressivos.

Do lado positivo, o combate à fome e à miséria aparece como o principal acerto do governo, com 13% das menções.

F/M   com Gazeta Brasil

6%




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