De acordo com a denúncia do MP, baseada no inquérito da Polícia Civil, o corpo da vítima foi esquartejado e desovado em uma fossa na propriedade do casal, sendo localizado pela Polícia Militar três dias após sua execução.
O promotor Lincoln Sestito Neto sustentou em sua acusação contra o casal o crime de homicídio, qualificado por motivo fútil, mediante meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, bem como ocultação de cadáver. Os jurados, por maioria, acolheram as teses da promotoria.
A Juíza Sophia Veiga, que presidiu a sessão, estabeleceu uma pena de 24 anos, um mês e quatro dias de reclusão para o réu M.F.C.N e 20 anos de reclusão e 13 dias-multa para a ré S.V.M.
O promotor de Justiça enalteceu a rapidez na prestação jurisdicional, que em menos de 12 meses do homicídio, já houve sentença publicada em plenário do júri.
da redação
Postar um comentário