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Caso Marielle: preso em operação contra fraudes em cartões de vacina diz saber quem é o mandante da morte da vereadora

Caso Marielle: preso em operação contra fraudes em cartões de vacina diz saber quem é o mandante da morte da vereadora

 



Porto Velho, Rondônia - O candidato a deputado estadual nas eleições de 2022 pelo Partido Liberal (PL), Ailton Barros, disse saber quem é o mandante da morte da vereadora Marielle Franco. A ativista foi assassinada no ano de 2018, no Rio de Janeiro, e, até o momento, o mandante do crime não foi descoberto e responsabilizado. Ailton foi preso nesta quarta-feira (3) em uma investigação de uma suposta adulteração no registro de vacinas.

Na última campanha, Ailton se apresentava como o "01 do Bolsonaro". Agora é um dos seis presos pela Operação Venire, que investiga um esquema de falsificação que inclui o cartões do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de sua filha Laura, de 12 anos. Além dele, os demais presos são:

Mauro Cid, ex-ajudante de ordens

Max Guilherme, ex-assessor de Bolsonaro.

Sérgio Cordeiro, ex-assessor e segurança de Bolsonaro

João Carlos de Sousa Brecha, secretário de Governo de Duque de Caxias (RJ)

Luís Marcos dos Reis

Em mensagens que a Polícia Federal teve acesso devido a Operação, Ailton afirma que sabe quem foi o mandante do assassinato da vereadora carioca.

Caso Marielle

A vereadora e ativista Marielle Franco foi assassinada a tiros em uma emboscada no Rio de Janeiro em março de 2018. O caso segue em aberto sem uma conclusão para saber quem foi o mandante e a motivação do crime.

Atualmente, estão presos pelo crime o policial militar Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio de Queiroz, ambos pela execução do crime. Recentemente o Superior Tribunal de Justiça aprovou que a família de Marielle e do motorista Anderson Gomes, também vítima do crime, tivessem acesso aos autos da investigação.

Operação Venire

A investigação analisa um grupo suspeito de inserir falsos dados de vacinação para o coronavírus no Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a Polícia Federal, as alterações de dados ocorreram entre novembro de 2021 e dezembro de 2022 e adulteraram a condição de imunização da Covid-19 no cartão de Bolsonaro e de outras pessoas próximas.

O objetivo era burlar restrições sanitárias vigentes impostas pelos poderes públicos que impediam a propagação do Covid-19.


da redação FM - Alô Rondônia

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